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domingo, 6 de junho de 2010

Parada Gay começa em São Paulo; festa é ato contra a homofobia, diz organização

06/06/2010 - 12h39

/ Atualizada 06/06/2010 - 14h21


Parada Gay começa em São Paulo; festa é ato contra a homofobia, diz organização

 

Andréia Martins
Do UOL Notícias
Em São Paulo
  

 






Sem atraso e com viés político. Foi assim que começou a 14ª edição da Parada Gay, na avenida Paulista, em São Paulo. A edição deste ano tem o seguinte tema: "Vote contra a homofobia. Defenda a cidadania".


"Não pensem em candidatos que só prometem. Temos que votar em quem defende nossos direitos e os direitos humanos como um todo", disse Alexandre Santos, presidente da APOGLBT (Associação da Parada do
Orgulho LGBT de São Paulo).
Para ele, a exigência mais urgente da comunidade GLBT é a criminalização da homofobia em todo o país. "Vocês viram o número de pessoas mortas no ano passado. Não podemos mais ter isso", afirmou.
Santos criticou a postura de alguns senadores, sem dar nomes, que segundo ele, teriam vetado a lei que iguala a homofobia a crimes como racismo. "Em época de eleição todo mundo promete. Queremos candidatos
que estejam do nosso lado", reforçou.
Ao ser questionado se a crítica era dirigida à senadora e pré-candidata à Presidência da República, Marina Silva (PV), que nesta semana declarou ser contra o casamento gay mas favorável à união
estável, Alexandre disse que não. "Não é uma crítica a Marina. É para
todos os partidos, todos os candidatos".
Parada começa sem atraso
Pontualmente ao meio-dia, o som dos trios elétricos começou a dar o tom da 14ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. O público já toma boa parte
da Paulista. Para reduzir a viiolência e aumentar a segurança da
parada, a Guarda Civil Metropolitana colocou 600 guardas nas ruas e 130
veículos, sendo 23 bases comunitárias, 92 viaturas e 15 motos, que
acompanharão todo o trajeto da parada até as 23h.
A polícia também irá proibir a venda ilegal de bebidas, bloqueando o acesso de ambulantes à avenida. Mesmo com a proibição, dezenas de ambulantes vendendo objetos como bandeiras, gravatas e broches e outros
com isopores nas mãos foram vistos ao longo da avenida.
Interdições
A região terá algumas ruas interditadas neste domingo (6) (veja ao final do texto as alternativas). A concentração dos participantes será feita na avenida Paulista, entre
a alameda Joaquim Eugênio de Lima e a rua Peixoto Gomide. A passeata
sairá da avenida Paulista, sentido Consolação, entre a rua Peixoto
Gomide e alameda Casa Branca, prosseguindo em direção à rua da
Consolação, sentido Centro, finalizando a caminhada junto à praça
Roosevelt.
A partir das 11h30: avenida Paulista será interditada, em ambos os sentidos, no trecho entre as ruas Peixoto Gomide e da Consolação. A partir das 12h: rua da Consolação será interditada, em ambos os
sentidos, entre as avenidas Paulista e a Ipiranga; rua da Consolação,
sentido Centro, pista da esquerda, será interditada entre as avenidas
Ipiranga e São Luis; rua Rego Freitas será interditada entre as ruas da
Consolação e a Major Sertório; avenida Ipiranga será interditada entre
a rua da Consolação e a avenida São Luís.
O estacionamento será restrito nas ruas: Cincinato Braga, São Carlos do Pinhal, Antonio Carlos, Alameda Santos e Rua Bela Cintra, com o intuito de oferecer melhores condições de trânsito na região.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/06/06/parada-gay-comeca-e...

 



 

 

Parada Gay de São Paulo troca bandeira arco-íris por preto e branco

05/06/2010 - 15h56

/ Atualizada 05/06/2010 - 16h11

Parada Gay de São Paulo troca bandeira arco-íris por preto e branco

São Paulo, 5 jun (EFE).- A Parada do
Orgulho Gay de São Paulo, que espera reunir 3,5 milhões de pessoas
amanhã na capital paulista, mudará nesta edição sua tradicional
bandeira arco-íris, símbolo da diversidade, pelo preto e branco usados
contra a homofobia, informaram hoje os organizadores.

Com o lema "Vote contra a homofobia", também inspirado no ano eleitoral, a
Parada do Orgulho Gay volta a ter mais como principal tema o combate
contra os delitos cometidos contra homossexuais.

Os 18 carros de som serão decorados com as cores preto e branco, que predominarão em
toda a decoração utilizada no percurso da caminhada que começa ao
meio-dia na Avenida Paulista e termina na Praça da República.

A organização disse que a fase de "buscar visibilidade", representada
pela bandeira arco íris, "já passou" e que o movimento gay busca neste
ano "atuar direto" frente aos Governos nacional e regionais por
reivindicações.

A Prefeitura de São Paulo dispôs de um orçamento de RS$ 1 milhão para a caminhada deste ano, quase o dobro de 2009,
enquanto a economia da cidade espera um impacto de RS$ 200 milhões
devido à parada.

O cálculo foi realizado pela empresa de consultoria São Paulo Convention & Visitors Bureau (SPCVB), que
apontou também a presença de 400 mil visitantes na cidade, muitos deles
estrangeiros.

Durante o mês do Orgulho Gay foram programadas atividades prévias e posteriores a Parada, como a 10ª Feira Cultural
LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), realizada na
quinta-feira na praça Anhangabaú da Prefeitura, que inaugurou em maio a
primeira central turística do país de orientação homossexual.

Debates acadêmicos e a entrega de reconhecimentos a entidades e personalidades
que defendem a liberdade de gênero completarão a programação de
atividades do mês.



Atrás de uma bandeira turca, manifestante queima uma bandeira de Israel neste sábado em protesto na praça Caglayan, em Istambul - tb outras localidades.

Imagem 22 de 27
Atrás de uma bandeira turca, manifestante queima uma bandeira de Israel neste sábado em protesto na praça Caglayan, em Istambul

Manifestantes na Suíça protestaram contra a ação de Israel sobre a "frota da
liberdade" que tentava chegar à faixa de gaza com ajuda humanitária.
Houve protestos também na Alemanha, Reino Unido e Cisjordânia


Jovens palestinos protestam contra Israel na fronteira com o bunker das forças israelenses, à leste da faixa de Gaza



http://noticias.uol.com.br/album/100605_album.jhtm?abrefoto=21#foto...

Parentes das 49 crianças mortas em um incêndio em uma creche fazem uma homenagem às vítimas.

Parentes das 49 crianças mortas em um incêndio em uma creche de Sonora State, no
México, fazem neste sábado uma homenagem às vítimas, um ano após a
tragédia. Os familiares pedem a condenação dos culpados na Justiça


Planta socialista Lácteos Los Andes produce 282 mil litros diarios

6 de junio de 2010 
 
SOCIALISMO Masa trabajadora aumentó en casi 20% 
 
http://www.minci.gob.ve/noticias_-_prensa/28/199868/planta_socialista_lacteos.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter 
 
Planta socialista Lácteos Los Andes produce 282 mil litros diarios 
 
El presidente Chávez anunció que pronto será inaugurado el Gran Central Azucarero Ezequiel Zamora en Sabaneta de Barinas
Cabudare, estado Lara. A la fecha la empresa nacional socialista Lácteos Los Andes produce un total de 282 mil litros diarios, con lo que en dos años esta industria ha dado un salto de mil 550% en su producción.

“Hace prácticamente dos años esta empresa estaba produciendo 17 mil litros diarios de leche, dos años después, produce 282 mil litros de leche diarios. El salto es de mil 550%; este es un ejemplo de lo que son capaces de hacer los trabajadores y el socialismo”, destacó el presidente Hugo Chávez, desde la localidad de Cabudare, municipio Palavecino del estado Lara, escenario del programa Aló Presidente número 360.

El mandatario recordó cómo industrias como estas eran manejadas por el capitalismo a su antojo y cómo el socialismo las ha reactivado, incluso dando paso al incremento de la masa trabajadora.

Actualmente son 3 mil 375 trabajadores los que laboran en esta planta, lo que significa un aumento de la masa trabajadora de casi el 20% de una planta que se encuentra en el 100 por ciento de su producción.

Central Azucarero en Sabaneta será inaugurado

Por otra parte el presidente Chávez anunció que pronto será inaugurado el Gran Central Azucarero Ezequiel Zamora en Sabaneta de Barinas, en medio de su explicación acerca de cómo se ha incrementado en los últimos 11 años el consumo de alimentos y cómo ha disminuido la desnutrición infantil.

Al comienzo del programa también reflexionó en torno a los avances de la economía nacional, al decir que el sector agroindustrial en el país estuvo acaparado, pero que sin duda esta es una lucha del socialismo por el país.

Cotejó el tratamiento que se da al trabajador en el socialismo y en el capitalismo. Ejemplificó cómo en Estados Unidos, en los últimos años, han despedido a 5 millones de trabajadores, al igual que en Europa.

“El año pasado sólo en Europa quebraron 200 mil empresas y este año la cifra será superada. Está quebrando el capitalismo, y en Venezuela se impulsa el socialismo”, expresó.

Insistió: El socialismo lo que se está es anunciando desde ahora, es la mayor suma de seguridad y felicidad social”.
PRENSA PRESIDENCIAL/Anaís Pérez

Saiba como surgiu a Parada Gay.


da France Presse, em Nova York
25/06/2001




Cerca de 250 mil homossexuais e simpatizantes participaram ontem em
Nova York (EUA) da 32ª edição do desfile que encerrou as comemorações
da semana em homenagem ao "Orgulho Gay".


Segundo os organizadores do evento, cerca de meio milhão de pessoas
foram às ruas de Manhattan para aplaudir os participantes do evento que
lembraram das vítimas da Aids fazendo um minuto de silêncio.


Em Toronto, Canadá, a 20ª edição do desfile na cidade reuniu milhares de participantes, sendo acompanhado por cerca de um milhão de
pessoas, segundo os organizadores.


O dia do "Orgulho Gay" surgiu em 1969 quando vários homossexuais foram agredidos no bar Stonewall, no Village.


Organizações religiosas e grupos de luta contra a Aids e pelos direitos dos homossexuais fizeram uma manifestação em Nova York para
pedir à ONU (Organização das Nações Unidas) que se comprometa a lutar
contra a doença que causou a morte de 22 milhões de pessoas no mundo.


http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:h4-YqqYzLwMJ:w...

Batalha de Stonewall: marco do movimento GLBT
Por glssite.net 15/06/2003 às 16:04

Como sempre acontecia, a polícia dava constantes batidas no local, de clientela homossexual e, a pretexto de manter a ordem, espancava os
freqüentadores. Neste dia os homossexuais resolveram resistir e
expulsaram os policias a força.

28 de junho - Dia Internacional do Orgulho Gay e Lésbico

Nova York, 28 de junho de 1969. Greenwich Village.

Bar Stonewall.

Como sempre acontecia, a polícia dava constantes batidas no local, de clientela homossexual e, a pretexto de manter a ordem, espancava os
freqüentadores. Neste dia os homossexuais resolveram resistir e
expulsaram os policias a força. Eles retornaram com reforços e o local
se transformou, durante os dois dias seguintes, numa verdadeira praça
de guerra.

Barricadas de um lado e a polícia de outro. Os homossexuais contaram com a solidariedade dos habitantes locais e tudo
só acabou com a decisão do prefeito de acabar com a violência policial.


Stonewall era um bar freqüentado por gays, lésbicas e travestis em Nova York no final da década de 60 que se destacava dos
outros por permitir que os casais de mesmo sexo dançassem à vontade. É
claro que, como todos os outros bares do gênero da cidade, Stonewall
estava sujeito a ocasionais batidas policiais sob um pretexto qualquer
- geralmente por falta de licença para vender bebidas alcoólicas.
Durante essas batidas, os policiais além de fechar o estabelecimento,
curiosamente, levavam presos todos os homens ou mulheres que estivessem
travestidos.

No dia 28 de junho de 1969 o bar Stonewall foi local de mais uma batida policial - mais uma vez sob a alegação de
falta de licença para a venda de bebidas - e todos os travestis que se
encontravam no bar foram recolhidos. Mas, ao contrário das outras
vezes, as pessoas que foram liberadas pela polícia resolveram resistir;
em solidariedade aos que foram presos. O clima foi ficando cada vez
mais tenso. Gays e lésbicas de um lado e policiais do outro. E
travestis, presos.

Trecho do Village Voice: “De repente, o camburão chegou e o clima esquentou. Três das mais descaradas travestis
- todas em drag - foram empurradas para dentro da viatura, junto com o
barman e um outro funcionário, sob um coro de vaias da multidão. Alguém
gritou conclamando o povo a virar o camburão. Nisso, saía do bar uma
lésbica, que começou uma briga com os policiais. Foi nesse momento que
a cena tornou-se explosiva. Latas e garrafas de cerveja começaram a ser
atiradas em direção às janelas e uma chuva de moedas foi lançada sobre
os tiras...”

Quando viram a multidão enfurecida, os policiais se refugiaram dentro do próprio Stonewall para se proteger. Enquanto os
homossexuais começaram literalmente, a pôr fogo no bar. Acuados, os
tiras apontaram extintores e mangueiras, jogando água em direção à
multidão furiosa. Logo depois chegaram reforços policiais que tentaram
dispersar o grupo rebelde. Mas de nada adiantou: o pessoal não saiu
dali e voltou a se agrupar para vaiar os policiais atirando pedras,
tijolos, garrafas e colocando fogo nas latas de lixo. Quando finalmente
conseguiu acalmar a situação, a polícia voltou para a delegacia com um
saldo de 13 presos.

No dia seguinte os policiais voltaram ao bar. Mas a multidão de gays, lésbicas e travestis também voltou mais
organizada, com uma atitude mais política, e alguns começaram a pichar
frases nas vitrines e nas paredes, reclamando direitos iguais. Outros
gritavam exigindo o fim das batidas nos bares gays. Novamente a
multidão atirou pedras e garrafas em direção aos policiais e novamente
a polícia investiu contra os manifestantes. No terceiro dia, um
domingo, as coisas pareciam ter voltado ao normal e o bar Stonewall foi
reaberto. Seus clientes habituais voltaram, a polícia os deixou em paz
por um tempo e os jornais acabaram se ocupando de outros assuntos.

Mas na verdade tudo havia mudado. A partir daquele dia, aqueles gays,
lésbicas e travestis perceberam que nunca iriam ser aceitos pela
sociedade se ficassem apenas esperando e dependendo da boa vontade da
sociedade. A rebelião mostrou a eles que a atitude que deveria ser
tomada era a do enfrentamento. O discurso mudou. Nada mais de pedir
para ser aceito: era preciso exigir respeito.


URL:: http://glssite.net

http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2003/06/256492.shtml


Parada Gay de São Paulo troca bandeira arco-íris por preto e branco

05/06/2010 - 15h56 / Atualizada 05/06/2010 - 16h11

Parada Gay de São Paulo troca bandeira arco-íris por preto e branco

São Paulo, 5 jun (EFE).- A Parada do Orgulho Gay de São Paulo, que espera reunir 3,5 milhões de pessoas amanhã na capital paulista, mudará nesta edição sua tradicional bandeira arco-íris, símbolo da diversidade, pelo preto e branco usados contra a homofobia, informaram hoje os organizadores.

Com o lema "Vote contra a homofobia", também inspirado no ano eleitoral, a Parada do Orgulho Gay volta a ter mais como principal tema o combate contra os delitos cometidos contra homossexuais.

Os 18 carros de som serão decorados com as cores preto e branco, que predominarão em toda a decoração utilizada no percurso da caminhada que começa ao meio-dia na Avenida Paulista e termina na Praça da República.

A organização disse que a fase de "buscar visibilidade", representada pela bandeira arco íris, "já passou" e que o movimento gay busca neste ano "atuar direto" frente aos Governos nacional e regionais por reivindicações.

A Prefeitura de São Paulo dispôs de um orçamento de RS$ 1 milhão para a caminhada deste ano, quase o dobro de 2009, enquanto a economia da cidade espera um impacto de RS$ 200 milhões devido à parada.

O cálculo foi realizado pela empresa de consultoria São Paulo Convention & Visitors Bureau (SPCVB), que apontou também a presença de 400 mil visitantes na cidade, muitos deles estrangeiros.

Durante o mês do Orgulho Gay foram programadas atividades prévias e posteriores a Parada, como a 10ª Feira Cultural LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), realizada na quinta-feira na praça Anhangabaú da Prefeitura, que inaugurou em maio a primeira central turística do país de orientação homossexual.

Debates acadêmicos e a entrega de reconhecimentos a entidades e personalidades que defendem a liberdade de gênero completarão a programação de atividades do mês.


http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/06/05/parada-gay-de-sao-paulo-troca-bandeira-arco-iris-por-preto-e-branco.jhtm

Marcha das Lésbicas em São Paulo.5 de junho de 2010

Imagem 21 de 27
Marcha das Lésbicas em São Paulo. A caminhada percorreu a avenida Paulista. A
marcha antecede a Parada Gay que acontece neste domingo (6)

http://noticias.uol.com.br/album/100605_album.jhtm?abrefoto=21#fotoNav=21

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Las Madres de Plaza de Mayo repudian ataque israelí

Las Madres de Plaza de Mayo repudian ataque israelí


BUENOS AIRES, 3 junio.—La Asociación Madres de Plaza de Mayo, de Argentina, repudió hoy enérgicamente el ataque del ejército israelí sobre la flotilla de la Libertad, que transportaba ayuda humanitaria a la Franja de Gaza.
En un comunicado difundido en esta capital, la organización subrayó que —no es de sorprender que Israel, un Estado que avala la tortura, vuelva a asesinar de esta manera—.
Al referirse a los dramáticos hechos de violencia perpetrados por los sionistas el 31 de mayo último, el texto los considera un nuevo crimen contra la humanidad y un intento más de genocidio contra los pueblos oprimidos, dijo PL.
Esta flotilla, que transportaba más de 750 personas, no llevaba armas y se dirigía sin ejército alguno, sólo en ayuda de la población de la zona de Gaza, bloqueada por Israel desde el año 2007.
Nuestra voz no permanecerá en silencio frente a los intentos de exterminio del pueblo palestino, advirtieron las Madres de Plaza de Mayo, quienes extendieron sus manos, su resistencia y su solidaridad a Palestina.

http://www.granma.cubaweb.cu/2010/06/03/interna/artic33.html

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Índia: Mulheres ao poder

Questões de Gênero e Orientação Sexual  
Qua, 31 de março de 2010 12:24                   Néstor Marín  
  


ÍndiaNova Delhi (PL) -.A Índia está a ponto de se converter no primeiro país do mundo onde as mulheres terão garantido, por lei, um terço dos assentos em todos os órgãos legislativos do país.
O projeto de ley logrou vencer um primeiro obstáculo em princípios de março, ao obter a aprovação do Senado (Rajya Sabha), e, embora ainda deva ser aprovado pela Lok Sabha ou Câmara baixa, seus defensores já cantam vitória.
E não é para menos, pois para eles se trata de um marco na história de uma sociedade secularmente machista, como o demonstram os 14 anos que demorou a proposta para abrir passo no emaranhado legislativo, antes de chegar a ser submetida a votação.
Ainda que desta vez também houve polêmicas, discussões acaloradas e até rinhas na Câmara alta, no final se impuseram os dotes negociadores da presidenta do governante Partido do Congresso, Sonia Gandhi.
A viúva do assassinado primeiro-ministro Rajiv Ghandi se conta entre as poucas mulheres que ocupam altos cargos políticos na Índia, onde as fêmeas representam a metade dos cerca de 1 bilhão 200 milhões de habitantes do país, e 40% de seus eleitores.
Além de Sonia, a curta lista inclui a presidenta Pratibha Patil e a líder da Câmara baixa, Meira Kumar, enquanto que em nível estadual se destaca a chefa de governo do estado de Uttar Pradesh, Kumari Mayawati.
A precursora de todas elas foi Indira Gandhi, primeira e única mulher a ocupar o posto de primeiro-ministro na Índia, e não uma, mas duas vezes (1966-1977 e 1980-1984).
Só 58 dos 545 assentos da Câmara baixa, e 21 dos 250 da Rajya Sabha são ocupados hoje em dia por mulheres, o que vem a corroborar a discriminação política sofrida pelo mal chamado sexo frágil no país sul-asiático.
Em nivel social, a desigualdade é galopante, como admitiu o primeiro-ministro Manmohan Singh no calor dos debates sobre o projeto de lei de quotas parlamentares.
Segundo o chefe de governo, ainda resta muito a fazer num país onde o índice de mortalidade materna é extremamente alto como resultado do pobre acesso que têm as grávidas aos serviços de saúde.
Cifras manejadas por organismos internacionais falam inclusive de 300 mortes maternas por cada 100 mil nascimentos vivos.
O analfabetismo feminino é 20% maior, comparado com o dos homens, enquanto que na esfera laboral a participação da mulher é de tão só 25%, acrescentou.
É por isso que para Singh, a recente votação na Câmara alta representou um passo histórico para a emancipação das mulheres indias.
A senadora pelo Partido Comunista (marxista) da Índia Brinda Karat considera, por sua parte, que a reserva de quotas parlamentares contribuirá para mudar a cultura de um país onde as mulheres, disse, são prisioneiras da cultura.
Em nome da tradição, se nos impõem estereótipos contra os quais devemos lutar todos os dias, afirmou a parlamentar.
Quiçá sem querer ser a nota discordante, mas, sim, mais pragmática, a melhor conclusão a oferece a escritora Rupa Gulab, para quem um assento no Parlamento não necessariamente outorga mais poder à mulher, algo que em contrapartida, sim, se logra, salienta, com um maior acesso à educação.
Néstor Marín é correspondente de Prensa Latina na Índia.

http://www.socialismo.org.br/portal/questoes-de-genero/161-artigo/1436-india-mulheres-ao-poder